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Duvidas sobre a pílula do dia seguinte
Atualmente a pílula do dia seguinte, se tornou um método contraceptivo comum, quando na verdade deveria ser mais restrita a estes usos diários.
Mulheres devem recorrer às pílulas do dia seguinte somente em casos de extrema emergência! E isso porque ingerida depois da terceira vez, sua eficiência diminui, além de deixar algumas mulheres estéreis.
Como funciona a pílula do dia seguinte
Os efeitos da pílula podem ser variáveis, pois ela pode agir de diversas maneiras, ou seja, impedindo que os espermatozoides tenha passagem livre até o útero e que a ovulação seja inibida ou retardada.
Independente da maneira com que age no organismo, ela possui somente uma função, impedir que a fecundação seja realizada antes de qualquer implantação.
No entanto, vale lembrar que quando a pílula é ingerida depois que a união entre o espermatozoide e o óvulo acontecer, não adiantará nada.
Falhas da pílula
É muito difícil ouvir pessoas dizendo que tomou a pílula do dia seguinte dentro dos prazos indicados, e mesmo assim engravidou, isso porque, as falhas são difíceis de acontecer.
Para as pessoas que tomam a pílula entre 0h à 24h depois que ouve a relação, as chances de falha são de 0,4%, já as pessoas que as tomam de 25h à 48h depois possuem 1,2% de chances de falha.
E as pessoas que as ingerem de 49h à 72h depois, possuem a chance de 2,7% de engravidar e o remédio não fazer nenhum efeito.
E como já foi dito acima, se a pílula do dia seguinte for ingerida com grande frequência, sua eficácia diminui e o risco de gravidez indesejada aumenta.
Tomar a pílula do dia seguinte de maneira correta
A primeira pílula de 0,75mg deve ser ingerida antes de completar 72h de uma relação sem proteção, e a segunda não pode ultrapassar 12h após ter tomado a primeira.
Lembrando que o vomito pelo menos duas horas após ter ingerido a pílula é resultado de que ela está sendo jogada fora, por isso uma nova dose deve ser repetida.

Quando a pílula do dia seguinte deve ser ingerida
- Relação sem nenhum método contraceptivo;
- Ruptura ou uso incorreto do preservativo;
- Quando o diafragma sair do lugar;
- Quando o contraceptivo que esta acostumada a tomar, foi ingerido de maneira errada e logo em seguida houve a relação desprotegida;
- Quando houver atraso no contraceptivo por meio de injeções e houver relação sexual desprotegida;
- Período fértil calculado incorretamente;
- Casos de estupro;
- Interrupção do DIU.
Com todas estas dicas, fica ainda mais claro que o método contraceptivo de emergência não deve ser ingerido de maneira planejada e nem ao menos substituir o anticoncepcional diário.
É de extrema importância ressaltar que as pílulas do dia seguinte passaram a ser vendidas somente com prescrição médica, ou seja, receita.
Restrição da pílula em casos de gravidez
O principal objetivo da pílula é evitar a gravidez indesejada, por isso deve ser tomada antes que haja a fecundação entre o óvulo e espermatozoide.
E quando a gravidez for confirmada, não ingira esta pílula de jeito nenhum, primeiro que não vai adiantar e segundo que a criança pode nascer com algumas lesões.
As mulheres que possuem, epilepsia, insuficiência renal, distúrbios lipídicos, hipertensão, doenças vasculares e estado depressivo, precisa ser vigiada durante as horas de efeito da pílula.
Reações inversas da pílula
- Vomito;
- Enjoo;
- Tontura;
- Retenção de liquido;
- Seis doloridos;
- E em alguns casos, alteração de alguns dias no ciclo menstrual.
Dicas importantes
Quando ingerida a pílula contraceptiva só te protege da relação sexual que houve naquele momento, ou seja, as demais que podem acontecer não serão protegidas.
E o mais importante, ela não serve como método de prevenção as doenças sexualmente transmissíveis, por isso, se proteja.
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