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Cuidados para o uso do colírio
O colírio não é tão inofensivo como se pensa. Pode ser benéfico por um tempo, mas depois traz vários efeitos negativos para a visão (exemplos: glaucoma e catarata precoce). Quase todos os seus usuários excedem no uso e o façam de maneira indevida. Sabem os perigos da automedicação, mas a fazem mesmo assim.
Prescrição médica x moderação no uso
Não é um remédio que vem sendo usado por orientação oftalmológica, mas sim como um líquido que alivia qualquer desconforto. No verão a venda aumenta por causa das irritações oculares pegadas em praias ou piscinas. E até mesmo em caso de conjuntivite o colírio deve ser dosado com moderação.
Por isso, torna-se necessário seguir alguns cuidados na quantidade e forma de aplicação do colírio, que, frisa-se, deve ter prescrição médica.
Tipos de colírios
Simples (irritações diárias), anestésico e o antialérgico (ambos para tratar a conjuntivite, outras doenças e até para clarear os olhos na área da estética), vasoconstritor (tira o vermelho dos olhos) e antibiótico (afeta o sistema imunológico).
Desvantagens do colírio

Qualquer tipo de colírio deve ser usado quando se descobre a causa da irritação. Apesar de ser vendido sem receita médica pode ser muito prejudicial para a saúde dos olhos. Assim, uma vez aplicado ele entra pelo nariz e acaba sendo absorvido pelo organismo o que pode provocar várias reações adversas em todo corpo até uma cegueira.
Cuidados:
- Não use um colírio de outra pessoa;
- Lentes de contato devem ser tiradas antes de aplicá-lo;
- Verifique a data de validade;
- A ponta do frasco não pode encostar-se ao olho;
- Olhe para cima e puxe a pálpebra inferior para pingá-lo;
- Use sob prescrição médica e não ultrapasse a quantidade recomendada.
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