segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Borboletas Victor e Leo confira o clipe e letra oficial

Biografia da dupla Victor e Léo:

Os irmãos...

Vitor Chaves Zapalá Pimentel, nascido em 15 de abril de 1975.
Leonardo Chaves Zapalá Pimentel, nascido em 04 de outubro de 1976.

Nasceram na cidade de Ponte Nova em Minas gerais, mas cresceram na cidade de Abre Campo – MG. Desde pequeno os dois se interessavam por musicas sertanejas.

Foi entre 1997 e 1998 em BH que gravaram seus dois primeiros CD não oficial, contendo apenas quatro musicas de composição própria de Vitor.

Em 2001 houve a oportunidade se mudarem pra SP e surgiu a oportunidade de lançar se
Primeiro CD, “Victor&Léo” (Number One), de 11 musicas 8 composta por Vitor.


Já em 2004 lançaram seu segundo CD.Mas foi em 2006 que a dupla estourou em Uberlândia, fazendo um sucesso enorme no triângulo mineiro e dai para todo o Brasil.

Sendo reconhecido em todos os lugares por suas excelentes musicas. Tendo um brilho e uma fama incomparável.

Letra Musica Borboletas:

Percebo que o tempo já não passa
Você diz que não tem graça amar assim
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito
Parecido com borboletas de um jardim

Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém
Dividido entre dois mundos
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem

[Refrão]
Não sei dizer o que mudou
Mas, nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu

Percebo que o tempo já não passa
Você diz que não tem graça amar assim
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito
Parecido com borboletas de um jardim

Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém
Dividido entre dois mundos,
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem

[Refrão]
Não sei dizer o que mudou
Mas, nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu

[Refrão]
Não sei dizer o que mudou
Mas nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu

Sempre voltam
E o seu jardim sou eu

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